sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DIA MUNDIAL DA PROPAGANDA

 4 de Dezembro




       Por mais que tenha virado lugar-comum dizer que a propaganda é a alma do negocio, isso é a mais pura verdade. Não são só os donos de empreendimentos que se preocupam com a propaganda, até Hittler conseguiu perceber sua importância. Hoje, os políticos e até mesmo os governos em seus vários níveis investem na publicidade.

       As técnicas da propaganda são variadas, mas hoje em dia, é comum associar o produto vendido à estilos de vida e à pessoas famosas. O mundo estritamente comercial em que vivemos permite que a pessoa seja o que ela tem: o carro que ela tem, assim como as roupas e o tênis que usa, indicam que ela é e isso é bastante aproveitado pela indústria do marketing. Além da técnica, muito da sua estrutura e da forma da propaganda dependem de regras estabelecidas pela experiência acumulada através dos anos, num saber-fazer que conduz e orienta sobre quando e como agir para se obter os efeitos desejados.

      Políticos são muito preocupados hoje em dia com o seu marketing pessoal. A imagem do marketeiro político é cada dia mais presente em eleições. É sua responsabilidade gerenciar a figura pública dos políticos, a imagem de “bom pai”, de alguém muito envolvido com a família e preocupado com o povo. E a propaganda dos políticos nem sempre é explícita. Aparecer fazendo política em algum telejornal de grande audiência pode ser um Às escondido na manga.

Fonte: UFGNet

O mais antigo anúncio brasileiro de que se tem notícia, publicado na Gazeta do Rio de Janeiro em 1808, dizia:



        Quem quiser comprar uma morada de casas e sobrados, com frente para Santa Rita, fale com Dona Ana Joaquina da Silva, que mora nas mesmas casas, ou com Capitão Francisco Pereira de Mesquita, que tem ordem para as vender.

Pequenos textos passam a oferecer serviços. Mas a propaganda não era reconhecida como atividade profissional. Em 1900, com o surgimento de jornais e revistas de grande tiragem, os anúncios ganham cores.

      Artistas passam a desenhar para a publicidade: K. Lixto, Gil, Julião Machado, Luiz Peixoto. Poetas escrevem textos: Olavo Billac, Emílio de Menezes, Hermes Fontes, Basílio Vianna, Bastos Tigre. Predominam anúncios de lojas, hotéis, fabricantes de remédios. Depois, de cigarros, teatros, perucas, alfaiates, produtos de beleza, água mineral, fósforos, cafés. Ouça esta dos anos 40: “É mais fácil um burro voar que a Esquina da Sorte falhar”.

      Estamos já no tempo do rádio. Chega o estilo de vida americano. No intervalo das novelas, anunciam-se eletrodomésticos, loteamentos, lojas de departamentos. Na década seguinte, a televisão se implanta. Garotas-propaganda fazem anúncios ao vivo. Nasce a Escola de Propaganda. De 1960 para cá, a palavra-chave é “criatividade”. Surgem verdadeiros gênios na arte de vender.

Fonte: www.almanaquebrasil.com.br





Nenhum comentário:

Postar um comentário